Terapia Ortomolecular – Equilibrio energético com vitaminas e minerais

Saiba como identificar se o seu organismo está equilibrado ou não…
Primeiramente é feito o exame, através do equipamento PRO-SYNC, onde é identificado o excesso de metais, solventes e outras toxinas prejudiciais ao nosso organismo, falta de minerais vitaminas e aminoácidos e também é detectada a presença de parasitas no organismo e a freqüência como cada órgão se encontra, exemplo: fígado, pâncreas, baço e outros.
Se detectado alguma toxina o paciente será encaminhado para o tratamento de Hidrovitalis.

Pro-Sync Sistema Integrado de Bio-Ressonância é um equipamento para avaliação de padrões quânticos radiônicos e bio-ressonâncias. Trata-se de um analisador de padrões vibracionais por bio-impedância e espectrometria. É um equipamento de análise de perfil espectrométrico por diferença de potencial elétrico. Com o Pro-Sync  é possível usufruir de todo o potencial da bio-ressonância analítica. Sua medição independe de pontos de acupuntura, garantindo melhor liberdade de operação. Não é necessário utilização de filtros. Possui caneta de medida com botão de interação com o software e conta com um vasto banco de dados com simulador de substâncias (simulador de espectro), eliminando assim, a necessidade de aquisição de kits de amostras. São mais de 17.000 teste possíveis. Fácil de usar é controlado por computador com software intuitivo. Permite analisar perfis energéticos individuais e comparativos. Análises energéticas de alergias, intoxicações, homeopatias, nutrientes, florais e muito mais. É possível guardar os resultados em um relatório, imprimí-los, arquivá-los, exportá-los em formato RTF (Rich Text Format) que pode ser importado por programas como Word, Excel, etc… O sistema ProSync  também arquiva os resultados para comparação com consultas futuras. O Pro-Sync não é um equipamento de uso médico. É um equipamento destinado a apoio a atividade laboratorial geral.

 

Saiba como identificar se o seu organismo está equilibrado ou não…

Primeiramente é feito o exame, através do equipamento PRO-SYNC, onde é identificado o excesso de metais, solventes e outras toxinas prejudiciais ao nosso organismo, falta de minerais vitaminas e aminoácidos e também é detectada a presença de parasitas no organismo e a freqüência como cada órgão se encontra, exemplo: fígado, pâncreas, baço e outros.
Se detectado alguma toxina o paciente será encaminhado para o tratamento de Hidrovitalis.

A medicina convencional tem o conhecimento de que os metais tóxicos ou metais pesados causam envenenamento, doenças quando ingeridos, inalados ou absorvidos pela pele. O que ocorre, entretanto, é que esses metais tóxicos, além de permanecerem nos vasos sanguíneos, se alojam no interior das células de órgãos como fígado, pulmão, ossos, cérebro, músculos, dentes, etc, impossibilitando, dessa forma, sua detecção através de exames laboratoriais tradicionais. A presença de metais tóxicos no interior das células e suas implicações biofísicas e bioquímicas, dependendo do metal e de sua quantidade no organismo, ocasionam sinais e sintomas, desde vagos ou subjetivos, até graves lesões no DNA, levando ao neoplasias. Sintomas vagos como parestesias (formigamento, flatulência, dores crônicas “ruindade na cabeça e zonzeira”), para todas as doenças que não sabemos a causa, sempre criamos termos sugestivos para defini-los ou enquadramos em “sintomas” (conjunto de sintomas). Ex.: Síndrome de fadiga crônica, Síndrome do intestino irritável, Síndrome do pânico, Fenômeno de Raynaud, etc.

Por certo, tendo que hoje consideramos idiopáticos (de causa conhecida), corresponde à doenças que não conseguimos desvendar mesmo com toda a ciência e tecnologia. Atualmente a medicina utiliza recursos como, os da Medicina Quântica, Ortomolecular, engenharia genética, medicina nuclear, etc. Na tentativa de explicar a origem de diversas doenças de causas “tóxicas”, que produzem “lesões intracelulares”.

Saiba como identificar se o seu organismo está equilibrado ou não…

Primeiramente é feito o exame, através do equipamento PRO-SYNC, onde é identificado o excesso de metais, solventes e outras toxinas prejudiciais ao nosso organismo, falta de minerais vitaminas e aminoácidos e também é detectada a presença de parasitas no organismo e a freqüência como cada órgão se encontra, exemplo: fígado, pâncreas, baço e outros.
Se detectado alguma toxina o paciente será encaminhado para o tratamento de Hidrovitalis.

A medicina convencional tem o conhecimento de que os metais tóxicos ou metais pesados causam envenenamento, doenças quando ingeridos, inalados ou absorvidos pela pele. O que ocorre, entretanto, é que esses metais tóxicos, além de permanecerem nos vasos sanguíneos, se alojam no interior das células de órgãos como fígado, pulmão, ossos, cérebro, músculos, dentes, etc, impossibilitando, dessa forma, sua detecção através de exames laboratoriais tradicionais. A presença de metais tóxicos no interior das células e suas implicações biofísicas e bioquímicas, dependendo do metal e de sua quantidade no organismo, ocasionam sinais e sintomas, desde vagos ou subjetivos, até graves lesões no DNA, levando ao neoplasias. Sintomas vagos como parestesias (formigamento, flatulência, dores crônicas “ruindade na cabeça e zonzeira”), para todas as doenças que não sabemos a causa, sempre criamos termos sugestivos para defini-los ou enquadramos em “sintomas” (conjunto de sintomas). Ex.: Síndrome de fadiga crônica, Síndrome do intestino irritável, Síndrome do pânico, Fenômeno de Raynaud, etc.

Por certo, tendo que hoje consideramos idiopáticos (de causa conhecida), corresponde à doenças que não conseguimos desvendar mesmo com toda a ciência e tecnologia. Atualmente a medicina utiliza recursos como, os da Medicina Quântica, Ortomolecular, engenharia genética, medicina nuclear, etc. Na tentativa de explicar a origem de diversas doenças de causas “tóxicas”, que produzem “lesões intracelulares”.

Conceito de Metais Tóxicos: São elementos químicos, alguns estranhos ao nosso organismo, outros necessários a ele, que em excesso (quando atingem níveis patológicos) se tornam extremamente maléficos.
A característica fundamental do metal tóxico (metal pesado), é produzir depleções, ou seja, reduzir a ação de minerais essenciais específicos. Esses metais tóxicos, agindo de forma direta causam deficiência destes minerais essenciais. Levam ao aumento de RL (Radicais Livres), causando lesões mitocôndrias, alterações de enzimas, hormônios, neurotransmissores.
Tipos de metais tóxicos: A seguir uma visão geral das fontes de contaminação de metais tóxicos e sintomas que podem produzir.

 

CHUMBO: Sintomas: Fadiga crônica, hipertensão arterial, hiperatividade infantil, depressão, déficit de memória, dores abdominais, déficit cognitivo.
Fontes de contaminação: Cigarros, tintas, tinturas de cabelos, poluição provocada pelas emissões de automóveis, pesticidas, agrotóxicos, contato direto com a gasolina.

MERCÚRIO: Sintomas: Depressão, tremores nos membros, quadro psicóticos, irritação, distúrbios da fala e gagueira (principalmente em crianças), convulsões, alergias respiratórias, alucinações, distúrbios de memória, baixo desempenho sexual, redução de imunidade.

Fontes de contaminação: Agrotóxicos, pesticidas, fungicida, peixes (contaminação das águas dos rios ocasionadas pelo garimpo do ouro), frutos do mar, obturações de amálgama dos dentes, termômetros quebrados (ingeridos por crianças), vapor de lâmpadas fluorescentes.

CÁDMIO: Sintomas: Tonturas (labirintoses), hipotensão arterial inicialmente, depois hipertensão, cefaléia, anemia intratável, nefro toxidade, câncer de pulmão, bexiga, útero, ovário e próstata
Fontes de contaminação: Cigarros (fumaça), açúcar de cana (pulverização dos canaviais), enlatados, chás, farinhas refinadas, mocotós, fumaça de cana-de-açúcar e das indústrias em geral.
ALUMÍNIO: Sintomas: Dores musculares crônicas, fadiga, gastrenterites, encefalopatia, angústia, redução da memória (para fatos recentes), diminuição do crescimento. Em crianças: distúrbios de fala, “dor do crescimento”, gagueiras, hiperatividade.

Fontes de contaminação: Medicamentos antiácidos (contendo hidróxido de alumínio), chás de ervas, queijos, farinha de trigo, areação de panelas de alumínio (principalmente após contato com substâncias ácidas como limão, extrato de tomate, etc.) embalagens aluminizadas, desodorantes (spray – inalação) tinturas de cabelo, tratamento de água (com sulfato de alumínio) piscinas.
ARSÊNICO: Sintomas: Hipotireoidismo, hipertensão arterial, dermatites, mastopia fibrocística (nódulos nos seios), cisto de ovário, câncer de pele, pulmão e fígado.
Fontes de contaminação: Agrotóxicos, hortaliças, carne de frango (substâncias usadas para o crescimento), vegetais folhosos verdes, perfumes.

NÍQUEL: Sintomas: Dermatite, alergia, renite crônica, depressão, hipoglicemia, emotividade, alergias de pele (bijuterias), mutações de DNA (ação carcinogênica).
Fontes de contaminação: Margarinas e óleos hidrogenados, fertilizantes, panelas de aço inox.

FLÚOR: Sintomas: Fibromialgia, fadiga crônica, depressão, distúrbios de memória e outros a serem ainda estudados.
Fontes de contaminação: Principalmente água e creme dental.

Eliminação de metais pesados

Como é feita a eliminação de metais, solventes ou outros elementos estranhos ao organismo.

Como é feita a eliminação de metais, solventes ou outros elementos estranhos ao organismo.

Hidrovitalis 

Moderno processo de desintoxicação que associa a água a micro-correntes e freqüências. Através de um comando via computador cria um campo altamente propício ao que o organismo responde descarregando na água as toxinas. Os programas de freqüências atuam nos mais diversos tipos de patologias, quelação de metais pesados, reposição de minerais, normalização e estimulação do organismo e são adaptados para cada caso individualmente.

Quando as células estão com suas funções corretas permitem que nutrientes importantes sejam absorvidos e que sejam eliminadas toxinas indesejadas. Este mecanismo pode ser afetado causando um desbalanceamento do campo energético e das funções celulares, por:

  • Dieta pobre, insuficiente em nutrientes
  • Alimentos processados com muitos aditivos químicos
  • Vida sedentária
  • Drogas e anestésicos
  • Doenças
  • Tabagismo, alcoolismo e outros.

Estes hábitos podem causar baixa absorção nutricional e funções celulares comprometidas o que leva a um alto grau de intoxicação. O excesso de toxinas pode causar vários efeitos adversos no organismo.

O excesso de toxinas pode causar vários efeitos adversos no organismo como:

  • Problemas de pele
  • Gripes, resfriados e outros problemas do sistema respiratório
  • Letargia e cansaço
  • Dores de cabeça e enxaqueca
  • Obesidade
  • Suores localizados e mau cheiro

Um tratamento com Hidrovitalis ajuda a rebalancear as energias e desintoxicar o organismo, gerando saúde e bem estar.

Como é a sessão de Hidrovitalis

Consiste em colocar os pés dentro de uma pequena banheira com água, onde um sistema emissor, controlado por computador, envia por meio do Hidrovitalis sinais de freqüências específicas que criam um campo bioenergético de alta eficácia em desintoxicação, proporcionando uma sensação de relaxamento e bem estar. Os pés possuem pelo menos 2000 poros e através destes são liberadas as toxinas. O tempo de duração das sessões depende do problema a ser tratado e varia de trinta minutos até uma hora e meia. O ideal é que sejam feitas 2 sessões por semana, com intervalo de 48 horas. A seguir fotos de uma sessão com programa de tratamento de pele

Tratamento

Os programas de tratamento dependem do problema que se apresenta. No caso de alguns tipos de dor, por exemplo, às vezes uma única sessão é o suficiente, enquanto para quelação de metais pesados será necessário um programa de desintoxicação de 1 a 6 sessões. Os programas variam desde emagrecimento, depressão, ansiedade até tratamentos de herpes, lupus, vitiligo, psoríase.

 

HIDROVITALIS

Moderno processo de desintoxicação que associa a água a micro-correntes e freqüências. Através de um comando via computador cria um campo altamente propício ao que o organismo responde descarregando na água as toxinas. Os programas de freqüências atuam nos mais diversos tipos de patologias (doenças) quelação de metais pesados, reposição de minerais, normalização e estimulação do organismo e são adaptados para cada caso individualmente

Além disso,possibilita a estimulação e normalização do organismo e a desintoxicação. Não é invasivo, é indolor e  estimulador de bioenergia.

Faça um re-balanceamento energético tenha uma experiência totalmente relaxante.

Hidrovitalis tem efetividade comprovada em pessoas com afecções como psoríase, eczema, dores de cabeça, artrite, doenças reumáticas, asma e muitas outras…

 

O tratamento consiste em colocar os pés dentro de uma banheira com água pura e pequena quantidade de sal. Um sistema emissor, controlado por computador, envia, por meio do Hidrovitalis, sinais de freqüências específicas, que criam uma corrente de elétrons pulsada e um campo bioenergético que proporciona uma ótima sensação de relaxamento e alta eficácia em desintoxicação.

Os pés possuem pelo menos 2000 poros, tornando-se a melhor opção para o tratamento, o que também é um tanto conveniente.

Os sinais bioenergéticos efetuam harmonização e desintoxicação, carregando íons e moléculas tóxicas ionizáveis e estimulam glândulas linfáticas para o processo de desintoxicação.

O campo energético e as funções celulares do corpo podem estar desbalanceados por:

 

  • Dieta pobre, com insuficiência de nutrientes;
  • Alimentos  processados com muitos aditivos químicos;
  • Vida sedentária, com pouco ou nenhum exercício físico;
  • Drogas e anestésicos;
  • Doenças;
  • Estresse e ansiedade;
  • Tabagismo;
  • Alcoolismo e outros.
  • Estes hábitos podem causar baixa absorção nutricional e funções celulares comprometidas o que leva a um alto grau de intoxicação. O excesso de toxinas pode causar vários efeitos adversos no organismo..

O excesso de toxinas pode causar diversos efeitos adversos no corpo, que incluem:

  • Problemas de pele;
  • Gripes, resfriados e inflamações do trato respiratório;
  • Letargia e cansaço;
  • Dores de cabeça e enxaquecas;
  • Suores localizados e mau cheiro.
  • Obesidade .

Uma seqüência de tratamentos com o Hidrovitalis pode ajudar a re-balancear as energias, promover a desintoxicação, promovendo o aumento da capacidade do corpo e gerando saúde e bem estar.

Os benefícios da desintoxicação

O Hidrovitalis inicia o processo com um re-balanceamento energético do corpo. Com o rebalanceamento, equilibrando íons positivos e negativos, inicia-se o processo de desintoxicação.

Com a re-hidratação das células re-balanceadas, temos, como resultado, uma ótima eficiência nas funções de extrair nutrientes e eliminar material tóxico.
O resultado será: aumento dos níveis energéticos, tanto físico quanto mental, com uma sensação de profundo bem-estar.
 
As imagens de infravermelho mostram o aumento e a melhora da circulação sanguínea com apenas 15 minutos de tratamento de desintoxicação (antes e depois, compare as imagens)

 

As imagens ao lado foram tiradas usando técnica de VDG (Visualização por Descarga de Gás), a qual propicia a visualização dos campos bioenergéticos do corpo.

Veja a primeira imagem, que mostra ruptura energética e grande desbalanceamento.

Já na segunda foto, o mesmo paciente recebeu uma sessão de desintoxicação pelo Hidrovitalis.

Perguntas Freqüentes

Quanto tempo de duração tem uma sessão?
30 a 50 minutos em média, variando de acordo com o programa

Sente-se algo durante o tratamento?
Normalmente não. Algumas pessoas sentem leve formigamento nos pés e pernas.

Existe algum efeito colateral?
Geralmente não. Entretanto, em algumas situações, é comum sentir dores de cabeça e um sintoma como um resfriado, após uma sessão. Beber muita água durante o tratamento e a sessão é aconselhável e ajuda a prevenir estas situações.

Deve-se fazer algo especial durante uma sessão?
Não. Somente sentar e relaxar.

Quantas sessões devem ser feitas?
Idealmente duas por semana, com 48 horas de intervalo entre elas.

Há alguma restrição de uso?
Sim, portadores de marca-passos, transplantados e mulheres grávidas.

Usa-se qualquer sal?
Não, somente sal não iodado.

Por que a água muda de cor?
Há uma reação entre os sais presentes na água com o material que começa a sair do corpo, dando uma coloração levemente amarelada ou alaranjada.

Por que aparecem depósitos no fundo e partículas em suspensão sobre a água?
Novamente, é resultado da reação entre os materiais e compostos que são drenados pelos poros.

Por que o Hidrovitalis é mais eficiente?
O sistema Hidrovitalis, trabalha pelo princípio de cataforese seletiva, dada esta por faixas de freqüências específicas dos matérias tóxicos, metais pesados e toxinas. Além disso, possui vasto banco de dados com programas de sessões para eliminação de parasitas, desintoxicação de pesticidas, agrotóxicos, metais tóxicos. Possibilita a estimulação e normalização de funções orgânicas, minerais importantes, vitaminas, etc. Tudo isso via software, com uma interface simples e intuitiva.

 

A seguir fotos de uma sessão com programa de tratamento de pele

 

Os programas de tratamento dependem do problema que se apresenta. No caso de alguns tipos de dor, por exemplo, às vezes uma única sessão é o suficiente, enquanto para quelação de metais pesados será necessário um programa de desintoxicação com pelo menos 20 sessões. Os programas variam desde emagrecimento, depressão, ansiedade até tratamentos de herpes, lupus, vitiligo, psoríase.

 

Outras fotos:

Sessão com programa de emagrecimento.

  • Dieta pobre, insuficiente em nutrientes
  • Alimentos processados com muitos aditivos químicos
  • Vida sedentária
  • Drogas e anestésicos
  • Doenças
  • Tabagismo, alcoolismo e outros.
  • Estes hábitos podem causar baixa absorção nutricional e funções celulares comprometidas o que leva a um alto grau de intoxicação. O excesso de toxinas pode causar vários efeitos adversos no organismo.

O excesso de toxinas pode causar vários efeitos adversos no organismo como:

  • Problemas de pele
  • Gripes, resfriados e outros problemas do sistema respiratório
  • Letargia e cansaço
  • Dores de cabeça e enxaqueca
  • Obesidade
  • Suores localizados e mau cheiro

Um tratamento com Hidrovitalis ajuda a rebalancear as energias e desintoxicar o organismo, gerando saúde e bem estar.

Dieta do Tipo Sanguíneo

Você deve estar se perguntando:
O que meu grupo sanguíneo Tem a ver com a minha alimentação, vitalidade, stress, e emagrecimento?

A maioria das pessoas reage assim, ou de modo semelhante, na primeira vez em que ouve falar da relação entre seu grupo sanguíneo e seu efeito positivo ou negativo no organismo através dos alimentos.

A descoberta inovadora foi feita pelo norte-americano Peter James D’Adamo.


Resumindo:

As  pessoas do tipo O historicamente descendem de caçadores e precisam de carne para se sentir bem e também de muita atividade física para se livrarem do stress.

O tipo A surgiu em um momento da História em que os seres humanos estavam evoluindo de caçadores para agricultores, ou seja, trocando a caça por uma alimentação buscada em vegetais. Assim este tipo sanguíneo modificou toda sua bioquímica e também sua estrutura muscular, perdendo assim enzimas que digerem a carne de origem animal (tolerando algumas aves) e também tendo que ter como atividade física exercícios moderados e nunca exercícios físicos intensos, pois esse grupo se tornou sedentários, não tendo a mesma estrutura muscular de seus ancestrais, que pertenciam ao grupo sanguíneo O.

O grupo sanguíneo B surgiu a partir do grupo A, que tinha o conhecimento do plantio, tornando-se nômades que levaram a raça humana a territórios desconhecidos com climas e altitudes diversas e se alimentam muito de carne, ovos e iniciando uma alimentação baseada em laticínios, cereal e vegetal.

O tipo B jamais deve comer carne de frango, e quando tem necessidade de emagrecimento deve retirar drasticamente o trigo e o centeio de sua alimentação, devido ao bloqueio que esse alimento dá na produção de insulina, fazendo com que esse tipo sanguíneo tenha aumento de abdômen. O tipo B tem necessidade de atividades física moderada como, natação, tênis, cíclico, caminhadas.

O tipo AB é uma junção do tipo A com o tipo B, mas essa junção fez com que algumas tolerâncias alimentares fossem alteradas, alimentos, bons para um desses tipos pode ser nocivo com essa junção e o contrario também ocorre. É o único que tolera trigo, de preferência o tipo integral, mas quando se trata de eliminação de peso o trigo deve ser eliminado até que atinja o peso ideal.
Atividade física também deve ser moderada, ciclismo.

A dieta do tipo sanguíneo é dividida em quatro tipos de sangue: O, A, B, AB, cada um com suas particularidades de tipo de alimentos e atividades físicas e combinações corretas.

 


Tipo A = Verduras, cereais (feijão e arroz), frutas e verduras (soja).
Tipo B = Queijos magros + arroz, feijão, carne, (menos frango).
Tipo AB = Trigo integral, arroz, feijão (soja).
Tipo O = Carnes, frutas e verduras.

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ORTOMOLECULAR PARA UM EMAGRECIMENTO

Ortomolecular significa o equilíbrio global do organismo e a base para um emagrecimento saudável é a busca do equilíbrio global do organismo.

 Existem vários fatores que levam uma pessoa entrar em desequilíbrio  e consequentemente a engordar, dentre eles podemos citar desde alterações genéticas complexas,  falta de exercício, alimentação ruim, alterações hormonais, stress, medicamentos,e alterações intestinais, ou seja não existe um fator isolado, e sim vários fatores que em conjunto levam ao ganho de peso

existem medicamentos, nutrientes e hormônios que ajudam a regular este centro do apetite e também aumentar o gasto de energia.

 Os hormônios têm grande importância no emagrecimento, pois apesar de muitas pessoas acreditarem que os hormônios engordam, na verdade pode ser justamente o contrário. O erro esta em achar que os hormônios são todos iguais. Existem hormônios que ajudam a engordar mas existem também hormônios que ajudam a emagrecer, ou seja, o balanço hormonal deve se equilibrado.

 Alteração da flora bacteriana  intestinal também engorda pois  pesquisas demonstram, que bactérias intestinais ruins provocam uma maior extração de calorias dos alimentos, ou seja, favorece o acúmulo de gordura no organismo.

Muitas pessoas queixam de não emagrecerem apesar de fazerem exercícios e dieta, e o problema esta em não o fazerem da maneira correta. A atividade física por exemplo,  existe um nível de freqüência cardíaca alvo, que é o mínimo que o coração deve bater na hora da atividade física, para começar a gastar calorias, ou seja, não adianta fazer 2 horas de caminhada diárias se você não atingi esta freqüência mínima, às vezes  é até melhor  fazer em menor frequencia e menos tempo (ex:  3 vezes na semana  de 40 a 60 minutos) porém atingindo freqüência alvo, pois o resultado será muito melhor.

E as dietas milagrosas da sopa, da lua, do atum, de 800 kcal? Não faça isso, melhor você comer entre 1400 a 1800 kcal sabendo combinar os alimentos da maneira correta. É importante fazer uma alimentação de baixo índice glicêmico, evitando picos de insulina que é um hormônio extremamente lipogênico, ou seja, fabricador de gordura.

A combinação correta de  alimentos  devem ser na proporção de 40 % de carboidratos, 30 % de proteínas e 30 % de gorduras.  Mas gorduras? Sim, pois as gorduras aumentam saciedade, porem deve-se dar preferência as gorduras boas como o peixe, azeite de oliva, castanhas e nozes.

O controle do stress, é um fator importante para um emagrecimento saudável, pois o stress aumenta um hormônio chamado cortisol que em níveis altos aumentam o acúmulo de gordura.

Durma bem, faça exercícios em uma freqüência alvo adequada, de preferência a alimentos com baixo índice glicêmico e combine proteínas, carboidratos e gorduras da maneira correta,  equilíbre os hormônios, caso necessário, pois tanto o excesso como a falta de hormônios engordam, equilibre a sua flora intestinal, use suplementos nutricionais de maneira inteligente evitando a fadiga, queda de cabelos,unhas fracas, desânimo e monitorize sua perda de peso. O Ideal é emagrecer a custa de gordura e não de músculo.

O mais importante é que o paciente volte a ser encarado como um todo, um conjunto que deve funcionar em harmonia.Com esta visão global, qualquer tratamento torna-se muito mais vantajoso pois encontra a origem dos problemas, a verdadeira raiz a partir da qual todo o processo patológico se desenvolve. Ou, ainda, voltando a analogia, se encontrarmos o defeito exatamente onde ele origina-se na maquina, é muito mais fácil conserta-la antes que o problema atinja toda a produção, que nada mais é do que a própria vida.

Estresse e nutrição: Qual é a relação?

“Alimentar-se adequadamente é uma das etapas mais importantes para ter maior controle e prevenção sobre o estresse”

Um pesquisador canadense, Hans Salye, em 1936 descreveu os sintomas do estresse que apresenta três fases: alarme, resistência e esgotamento. Segundo sua pesquisa, logo após a terceira fase ocorre o aparecimento de várias doenças como: problemas gastrointestinais, hipertensão, doenças cardiovasculares, dores musculares, queda de cabelo, entre outras.

O estresse crônico é o tipo que mais atinge as pessoas atualmente, isso porque é o mais constante, que progride de forma acumulativa no dia-a-dia. Já o estresse agudo é mais intenso e rápido, geralmente causado por situações passageiras, como a perda de um ente querido.

As causas principais do estresse são: alimentação incorreta, sobrecarga (pessoal ou profissional), fumo, baixa auto-estima, medo, trânsito etc. Várias doenças estudadas pela Medicina do Trabalho têm uma relação forte com o estresse. O desgaste que as pessoas são submetidas no ambiente de trabalho e suas funções específicas é fator dos mais significativos no aparecimento dessas doenças, além dos fatores pessoais.

Obviamente que há uma particularidade de pessoa para pessoa. Entretanto, as primeiras vítimas desse descontrole emocional são a auto-estima e a alimentação. A ansiedade decorrente das preocupações pode gerar insônia, comer demasiadamente, ou o contrário, comer pouco demais.

Estresse e nutrição estão fortemente ligados. Os maus hábitos alimentares, como ingestão excessiva de cafeína, açúcar e sal, podem agravar o organismo ao estresse. Em relação à alimentação, a principal dica para combater o estresse é consumir alimentos naturais de cores diferentes, quanto mais colorido for o prato, mais substâncias que combatem os radicais livres vão ser ingeridas.

Durante o processo de estresse o organismo perde vários nutrientes, vitaminas e minerais. Essas perdas devem ser repostas pela a ingestão de verduras (brócolis, chicória, acelga e alface) e frutas, pois são ricas em vitaminas do complexo B e C, além de alguns minerais como magnésio e manganês. O cálcio deve ser reposto pela ingestão de leites e seus derivados. Devem praticar qualquer atividade física para melhorar as funções cardiovasculares e respiratórias, além de distrair sua atenção dos problemas do cotidiano fortalecerão sua musculatura.

Pessoas que mantém maus hábitos alimentares, sem dúvida, ficam mais predispostas ao estresse. Porém, não devemos esquecer que há sempre um fator emocional envolvido. “O estresse é um conjunto de reações que acarreta um desgaste geral do organismo seja físico ou emocional”.

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Estresse engorda

Não tem jeito, o estresse faz parte da vida! O que talvez poucos saibam é que ele tem a sua responsabilidade no aumento dos ponteiros da balança.

O corpo responde a ele (seja estresse físico ou psicológico) da mesma forma. Cada vez que você tem um dia complicado, o cérebro age como se você estivesse em perigo e ordena às células do corpo para liberar potentes hormônios, entre eles a adrenalina e o cortisol, que dizem ao organismo que ele deve se reabastecer de energia, fazendo-o ter fome, muita fome.

A liberação do cortisol continua até que as coisas se acalmem, o problema é que são poucos aqueles que tem cenouras e barrinhas de cereal à mão. A maioria das pessoas acabam se entupindo de doces e comidas ricas em carboidratos refinados e gorduras, as chamadas “confort foods” que estimulam o cérebro a liberar substancias químicas ligadas ao prazer, que reduzem a tensão.

E mais, quando as glândulas adrenais produzem o cortisol, cai a fabricação de testosterona, hormônio ligado ao crescimento muscular. Com o tempo, isso leva a uma redução da massa muscular e, com isso, o corpo queima menos calorias. O hormônio também estimula o corpo a estocar gordura, especialmente a do tipo visceral, perigosa porque circunda órgãos vitais e libera ácidos graxos ao sangue, elevando os níveis de colesterol e abrindo caminho para doenças do coração e diabetes.

Como não temos como fugir do estresse, temos que utilizar ferramentas para amenizá-lo. Atualmente podemos controlar a produção do cortisol (hormônio liberado pelo estresse) por meio de uma alimentação balanceada e com a prescrição de alguns fitoterápicos que modulam o cortisol, diminuindo a ansiedade, a irritabilidade, a fadiga e a compulsão alimentar, deixando o paciente mais calmo e relaxado e como consequência redução do peso.

 

O Stress engorda: Tensão libera hormônio que impede emagrecimento.

O stress tem sido apontado como responsável por boa parte das doenças que afligem o homem moderno. Agora, entra na lista de mazelas mais um (e terrível) efeito colateral: o stress engorda. E não apenas porque o estressado costuma atirar-se avidamente sobre uma torta de chocolate. Num processo perverso, a vítima pode engordar mesmo com a boca fechada. O processo corre a sua revelia, porque a tensão contínua faz o organismo liberar, em maior quantidade, dois hormônios responsáveis pela obesidade – a adrenalina e a cortisona. Quanto mais tensão, maior o risco de engordar. Pior. Esse tipo de obesidade invariavelmente desencadeia doenças como diabetes, hipertensão arterial, infarto e derrame.
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Ganhar peso é conseqüência conhecida por quem toma remédios à base de corticóides. Mas só recentemente foi estabelecida uma associação direta entre o nível de cortisona, o stress e a obesidade. Cientistas suecos, ao analisarem a taxa do Cortisol, o análogo natural, produzido pelo corpo, da Cortisona, em pessoas submetidas à mesma carga de stress durante um dia normal de trabalho, observaram que algumas liberavam muito mais hormônio que outras. O teste foi feito com a coleta de saliva em várias fases do dia, e o resultado foi surpreendente

Os cientistas observaram a existência de três grupos:

 

No primeiro, o nível do Cortisol subiu em situações estressantes e logo voltou ao normal. Nesse grupo estavam indivíduos magros e sem problemas de colesterol ou açúcar;

 

No segundo, a taxa cresceu muito e demorou a regredir. Foram registradas alterações de colesterol, açúcar e pressão arterial, além de maior número de obesos;

 

No terceiro grupo, o nível de cortisona manteve-se alto. Foi ali que houve maior incidência de problemas de peso, pressão arterial e taxas altas de colesterol e açúcar. Quando investigou as razões de tamanha variação, os cientistas descobriram que as pessoas mais sensíveis ao stress têm alterações no gene receptor da Cortisol.

Recentemente, em um outro estudo, decidiu-se averiguar o comportamento das glândulas supra-renais – que secretam hormônios responsáveis pelo metabolismo, inclusive o Cortisol – em pacientes com obesidade provocada por stress. Foi verificado que, se muito estimuladas pela produção do Cortisol, essas glândulas, que ficam acima dos rins, aumentam de tamanho. Por esse motivo, a gordura concentra-se no abdome. Descobriu-se ainda que, em boa parte dos casos, as pessoas que têm esse tipo de obesidade engordaram a partir de choques emocionais, como a perda de um parente querido.

Em muitos casos, identifica-se um gatilho para desencadear a obesidade, podendo assim, dividirmos o Stress:

 

No primeiro, a tensão instala-se, mas existe reação para sair de uma situação incômoda;

 

No outro, está o grande perigo. As pessoas simplesmente desistem de lutar. Normalmente, quem reage dessa forma cai em depressão e sofre das mesmas alterações nos níveis de cortisona provocadas pelo stress, com idênticas conseqüências: desequilíbrio nas taxas de colesterol e de açúcar e obesidade.

Dieta dos hormônios e controle do cortisol

Basta afastar o engordativo cortisol do seu cardápio.

Cortisol. Claro que você já ouviu falar (horrores, diga-se) desse hormônio. Sobre ele, pesa uma grave – e imperdoável – acusação: a de que ajuda a engordar. É fato. Sob as ordens da hipófise, uma glândula localizada no cérebro, essa mal-afamada substância conspira contra as formas enxutas.

Mais conhecido como o hormônio do stress, o cortisol, produzido nas glândulas suprarrenais, inunda a corrente sanguínea em situações de intensa pressão – física ou psicológica – e causa uma séria bagunça metabólica. Para começar, transforma o glicogênio, um tipo de carboidrato armazenado no fígado, em açúcar. Isso provoca um acúmulo de tecido adiposo (sim, ela mesma, a famigerada gordura) justo ali, na linha da cintura. E, para piorar, a fome dá as caras.

O mecanismo, aliás, já é bem conhecido: sob stress, detonado naqueles dias em que a agenda está lotada de compromissos ou quando batem no carro recém-saído da concessionária – só para citar duas situações que dão vontade de arrancar os cabelos -, os níveis de ansiedade sobem descontroladamente. Isso porque somos dotados de um gene que, nessas horas de turbulência emocional, bombeia uma proteína produzida no cérebro e nos faz sentir vontade de comer exatamente os proibitivos alimentos doces e gordurosos.

O papel do cortisol

Em quantidades normais, esse hormônio não é nenhum vilão. Ao contrário. Diante de um perigo iminente, ele nos põe em estado de alerta tanto para enfrentar uma situação que nos ameaça como para fugir dela. Só que nosso cérebro não distingue as ameaças reais das imaginárias. Assim, em situações de stress, o cortisol sobe consideravelmente, além diminuir a queima calórica para poupar energia em caso de algum perigo. O cortisol elevado ainda nos presta outro imenso desfavor: “Ajuda a reter água e sal porque as tensões fazem as glândulas suprarrenais trabalharem dobrado”, conta o dermatologista Amilton Macedo, que também é especialista em prática ortomolecular. Isto é, você fica inchada a ponto de só conseguir subir o zíper do jeans na posição deitada. Tem mais: em alta, o cortisol baixa o teor de serotonina, o neurotransmissor associado ao prazer e ao bem-estar.

Aminoácidos bons de briga

Para nossa sorte, existem aminoácidos (pedaços de proteína) como a fenilalanina e o triptofano, presentes em alimentos não necessariamente engordativos, que são precursores da noradrenalina e da dopamina, outra dobradinha que, ao lado da serotonina, também está envolvida no estado de felicidade natural.

“No primeiro grupo, o da fenilalanina, figuram os peixes, o frango, os ovos, o arroz integral, o feijão e as frutas em geral. Já os alimentos lotados de triptofano são a lentilha, a soja, o arroz integral, a batata, as amêndoas, as nozes, o leite, o iogurte desnatado, o queijo branco, o abacate, a banana, os legumes, o grão-de-bico e o mel.” Rica em ambos, está a dupla feijão e arroz integral, além do leite.

Amilton Macedo lembra outro aminoácido presente nesses alimentos: o 5HTP, ou 5 hidroxitriptofano. “Essa substância sai da corrente sanguínea e vai para o cérebro, agindo sobre o sistema nervoso central, tal qual o triptofano”, diz.

Em conjunto, a ação do triptofano, da fenilalanina e do 5HTP faz os níveis de cortisol caírem drasticamente. O resultado é mais bom humor e menos fome. “Sem esse trio, o organismo entra em desequilíbrio e busca desesperadamente a lata de leite condensado, o bolo de chocolate, a lasanha… A vontade nunca é comer alface, e sim carboidrato, o nutriente que eleva o teor de açúcar e acalma”.

Segundo o médico, a fome desencadeada por altas taxas de cortisol começa no final da tarde e segue noite adentro. “Quando o organismo está em desequilíbrio, o cortisol aumenta durante a noite e faz cair a serotonina. Por isso tanta gente acorda de madrugada para atacar a geladeira”, explica.

Em sua prática clínica, Amilton Macedo observa que o cortisol nas alturas é o responsável pelo insucesso de tantas tentativas de emagrecimento. “Em altas doses, esse hormônio faz com que a vontade de comer carboidrato seja muito maior do que a de emagrecer”, explica. A saída, portanto, é equilibrar o cortisol com a ajuda dos alimentos ricos nos aminoácidos que elevam o astral, brecam a ansiedade e acalmam o apetite.

O Cortisol é um hormônio catabólico por que tem um efeito oposto ao da testosterona, insulina e hormônio do crescimento (hGH) pois ele decompõe (“quebra”) o tecido muscular e com isso faz nossos músculos ficarem menores.

O cortisol, que é liberado quando nosso corpo se encontra em situações de alto estresse físico e mental e alta temperatura, é o principal hormônio catabólico. Então é essencial que o cortisol liberado seja controlado para aperfeiçoar o ganho de massa muscular.

Não há como restringir completamente a liberação do cortisol no organismo Apesar de o cortisol ser um problema para quem quer ganhar massa muscular, ele é um importante hormônio, que regula a reação inflamatória no corpo e a quantidade de glicose no sangue em períodos de estresse.

Na verdade o grande problema para quem quer ganhar massa muscular é o excesso de cortisol. Os perigos do excesso de cortisol são:

  • Redução da atividade do hGH e da testosterona no organismo;
  • Perda de músculos e acúmulo de gordura na barriga;
  • Menor utilização da glicose;
  • Baixa imunidade;
  • Perda de memória e dificuldades de aprendizado;
  • Osteoporose.

Embora a liberação de cortisol não possa ser suprimida por completo, ela pode e deve ser controlada. O controle da liberação de cortisol pode ser conseguido utilizando-se os seguintes métodos abaixo.

  1. Pratique exercícios (aeróbicos e com pesos): Isso pode parecer estranho mas exercícios feitos de forma correta, apesar de aumentar o estresse, vão neutralizar os efeitos do cortisol a longo prazo.
  2. Alimentação: A alimentação é muito importante em todas as horas do dia para quem quer ganhar massa muscular. Mas para controlar a liberação de cortisol, comer logo após acordar e logo depois dos exercícios são as melhores horas. Tanto carboidratos como proteínas são importantes nessas horas.
  3. Controle o estresse: Já que o cortisol é liberado em resposta a situações estressantes, seja física ou emocional, é muito importante tentar se controlar nessas situações.
  4. Suplementação com Glutamina: Em conjunto com a vitamina C, a glutamina ajuda a reduzir o catabolismo gerado pelo cortisol. Se há glutamina na corrente sanguínea, o cortisol não precisa “quebrar” o tecido muscular para obtê-la.
  5. Aumente o consumo de vitamina C: Estudos tem mostrado que pessoas que tomam 3 gramas de vitamina C por dia tem níveis de cortisol mais baixos. Alguns profissionais defendem o consumo de até 5 gramas/dia. (a vitamina C não é tóxica em grandes quantidades)
  6. Sono: Durante o sono profundo o cortisol está no seu nível mais baixo, e o hGH (hormônio do crescimento) está no seu nível mais alto. Então procure dormir bem a cada noite.
  7. Reduza o consumo de cafeína: Devido ao efeito estimulante da cafeína, 2 ou 3 copos de café por dia já são suficientes para aumentar os níveis de cortisol.